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Flamengo inaugura “Muros da Gávea” e transforma sede em maior painel de memória rubro-negra

Foto: Paula Reis/CRF


No dia em que completou 130 anos de história, o Flamengo inaugurou, neste sábado (15/11), a exposição a céu aberto “Muros da Gávea – Ser Flamengo”, que transforma os 274 metros do muro da sede social, na Rua Mário Ribeiro, em um verdadeiro monumento urbano dedicado à memória, identidade e cultura rubro-negra.


Idealizado pelo presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, o projeto foi desenvolvido pelo Patrimônio Histórico do clube em parceria com o coletivo Negro Muro e reúne seis artistas responsáveis por reinterpretar ídolos, símbolos e momentos que moldaram a trajetória do Flamengo ao longo de gerações.


Segundo Bap, o mural é uma forma de devolver à cidade parte da grandeza do Clube de Regatas do Flamengo. Para ele, eternizar essa história nos muros é compartilhar com torcedores e transeuntes a essência de uma instituição que ultrapassa o esporte e se conecta profundamente com o Rio e o Brasil.


A intervenção artística, ampla e marcante, transforma a Gávea em um espaço de convivência cultural. Ali, o cotidiano da cidade se mistura à mística e à paixão rubro-negra, permitindo que a história do clube seja vivida também nas ruas. É o Flamengo expandindo seus limites e reafirmando seu papel como potência cultural e social.


Entre os destaques está “Mística”, de Mateu Velasco, que apresenta um urubu estilizado em xilogravura, acompanhado por elementos simbólicos como a cobra coral e a folha de arruda, numa representação da fé, resistência e identidade flamenguista.


Gugie Cavalcanti assina “Nação”, mural que retrata o pulsar da torcida rubro-negra como força viva. Em cores marcantes, a obra simboliza o mar de gente que move o Flamengo dentro e fora de campo, reforçando o caráter universal e afetivo da Maior Torcida do Mundo.


O coletivo NegroMuro apresenta “Ele vibra, ele é fibra!”, celebrando figuras históricas como Érica Lopes, Ary Barroso e Leônidas da Silva. A obra conecta memória, cultura e representatividade, incorporando dança, funk, legado e identidade ao universo rubro-negro.

Dolores Esos cria “O manto e a fé rubro-negra”, que une a devoção da torcida ao Manto Sagrado, a icônica narração de Apolinho no gol de Petkovic em 2001 e a proteção simbólica de São Judas Tadeu, padroeiro do clube. Um mural sobre orgulho, tradição e crença.


Acme apresenta “Galinho de Quintino, Buck e a Maior do Mundo”, com Zico como figura central, acompanhado de homenagens ao remo e à Charanga Rubro-Negra. A obra celebra o magnetismo emocional da Nação e o papel unificador da torcida na história do clube.


Fechando o circuito, Bruno Big assina “O Alvorecer Magnético”, mural que revisita o nascimento do Flamengo no remo, evocando as cores, a coragem e o espírito coletivo que moldaram o clube desde 1895.


O conjunto se transforma em uma galeria a céu aberto que sintetiza glórias, personagens, memórias e a própria alma rubro-negra. Em um dia simbólico, o Flamengo reforça que sua história não se guarda apenas nos livros ou nos troféus: ela vive nas ruas, nos muros e no coração da Nação.







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