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Flamengo faz janela histórica, mas freia gastos após Paquetá, diz José Boto

Foto: Studio FLA-Sampa


A contratação de Lucas Paquetá marcou um novo patamar no Flamengo. Ao investir 42 milhões de euros, o maior valor já pago pelo clube, o Rubro-Negro mostrou força no mercado internacional e trouxe de volta um jogador consolidado na Premier League. Mas a pergunta que fica é: vem mais gente por aí?


Em entrevista antes da decisão da Supercopa, o diretor de futebol José Boto deixou claro que o impacto financeiro da negociação muda o cenário da janela. O Flamengo segue atento a oportunidades até o fechamento em março, mas não trabalha com novos investimentos elevados. A ideia é observar o mercado com cautela e só agir se surgir algo que realmente eleve o nível do elenco.


Internamente, o clube entende que Paquetá vale por mais de um reforço. Versátil, capaz de atuar em diferentes funções no meio-campo e até mais avançado, o camisa 8 foi visto como uma solução completa. A diretoria avaliou que trazer um jogador desse calibre, mesmo sacrificando outras possíveis contratações, fazia sentido esportivo e estratégico.


José Boto também revelou que o movimento partiu do próprio Paquetá, que demonstrou forte desejo de retornar ao Flamengo antes mesmo do Natal. A negociação foi longa, difícil e exigiu jogo de cintura para enfrentar a concorrência de clubes como Chelsea e Tottenham, além da resistência inicial do West Ham. A vontade do jogador foi decisiva para o desfecho positivo.


Com mais de R$ 300 milhões investidos, o Flamengo encerra uma das janelas mais agressivas de sua história. Agora, a tendência é ajustar os detalhes, confiar na força do elenco e apostar que o retorno de Paquetá justifique cada centavo, dentro e fora de campo.


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