top of page

Expulsão de Carrascal antes do reinício e demora do Corinthians reacendem críticas ao VAR na Supercopa

  • 2 de fev.
  • 2 min de leitura

Foto: Studio FLA-Sampa A final da Supercopa do Brasil entre Flamengo e Corinthians segue gerando forte debate fora de campo. A expulsão de Jorge Carrascal aconteceu na volta do intervalo, antes do apito para o reinício da partida, após o VAR apontar uma suposta conduta violenta em um lance ocorrido nos segundos finais do primeiro tempo.


De acordo com os áudios divulgados pela CBF, a equipe do VAR identificou um movimento interpretado como agressão e chamou o árbitro Rafael Rodrigo Klein para revisar o lance ainda antes da bola voltar a rolar. Após a análise, o juiz optou pelo cartão vermelho direto ao meia rubro-negro, mesmo sem a jogada ter sido observada em campo.


O que aumentou a desconfiança foi a demora incomum do Corinthians para retornar do vestiário. Enquanto o Flamengo já estava posicionado para o segundo tempo, a equipe adversária atrasou a volta ao gramado justamente no momento em que o VAR revisava o lance, deixando no ar uma suspeita de pressão sobre a arbitragem e o comando de vídeo.


A situação reforça uma crítica antiga da torcida rubro-negra. Quando os lances são contra o Flamengo, o VAR costuma agir com rapidez e rigor. Já quando as decisões podem favorecer o clube, a eficiência parece desaparecer. Um exemplo recente foi o clássico contra o São Paulo, quando um possível pênalti sobre Arrascaeta sequer foi analisado, e o árbitro encerrou a partida logo em seguida.


Mais uma vez, o uso do VAR vira protagonista não apenas pela decisão, mas pela falta de critério uniforme. Em um jogo decisivo, fica a sensação de que o Flamengo segue enfrentando interpretações que raramente pendem a seu favor.

Siga, curta, comente e compartilhe a FLA-Sampa nas redes sociais!


Instagram:



 
 
 

Comentários


bottom of page