Ilha de Paquetá: onde nasce a história do reforço mais caro do Flamengo
- edmarsoaresdesign2
- há 24 minutos
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Foto: Arquivo Internet
Lucas Paquetá não voltou apenas ao Flamengo. Ele voltou às origens. Criado na Ilha de Paquetá, na Baía de Guanabara, o meia carrega no próprio nome a identidade de um lugar simples, de pouco mais de 4 mil habitantes, que hoje vibra com o retorno de um de seus filhos mais ilustres ao Maracanã.
Antes de brilhar nos maiores palcos do futebol mundial, Paquetá foi menino de rua de terra, de bola improvisada e de barca diária rumo aos treinos no Flamengo. Ainda criança, chegou a fazer pequenos bicos como guia turístico da ilha para juntar dinheiro e comprar brinquedos, enquanto aprendia, na prática, o valor do esforço e da perseverança.
Foi ali que nasceu o apelido que o acompanharia para sempre. Nas categorias de base do Flamengo, ao contar aos colegas onde morava, Lucas virou “Paquetá”. Um nome que ele nunca quis abandonar e que acabou levando a ilha para o mundo, despertando curiosidade, turismo e orgulho nos moradores locais.
A rotina não era fácil. Paquetá e o irmão Matheus atravessavam a Baía de Guanabara diariamente para treinar, sempre acompanhados pelo avô Altamiro, figura fundamental na formação do jogador. A barca de madrugada, os ônibus e a longa jornada eram parte do caminho até o sonho rubro-negro.
Hoje, o meia retorna como o reforço mais caro da história do Flamengo e vive a expectativa de reestrear no Maracanã, diante do Internacional, pelo Campeonato Brasileiro. Ainda que não comece como titular, o reencontro com a torcida promete ser carregado de emoção, simbolizando um ciclo que se fecha: o garoto da ilha volta para casa como protagonista.
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