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Flamengo reage na Justiça e contesta ação de R$ 100 milhões por racismo


Foto: Studio/FLA/Sampa


O Flamengo se posicionou de forma firme contra a ação coletiva que pede uma indenização mínima de R$ 100 milhões por supostos danos morais coletivos relacionados ao racismo. Em petição apresentada à Justiça Federal, o clube classificou a iniciativa como oportunista e sem fundamento jurídico consistente.


Na avaliação do Rubro-Negro, a ação tenta transformar o Flamengo em um “bode expiatório” de um problema

social amplo e estrutural, apesar de o clube ser o único alvo do processo. O Flamengo questiona a ausência de outras

instituições do futebol brasileiro na ação, como federações e a própria CBF, o que, segundo o clube, revela uma

escolha seletiva e injustificada.


O processo foi movido pela Educafro após declarações do então diretor da base, Alfredo Almeida, feitas em julho do ano passado. O dirigente pediu desculpas publicamente, afirmou que suas palavras foram retiradas de contexto e negou qualquer intenção discriminatória.


Na defesa, o Flamengo sustenta que a ação desvirtua a finalidade de uma ação civil pública ao eleger um único “inimigo institucional”, quando o objetivo deveria ser o enfrentamento coletivo do racismo. O clube também aponta contradições, falta de nexo entre os fatos narrados e os pedidos formulados.


Além de pedir a extinção do processo sem julgamento do mérito, o Flamengo solicita a condenação da entidade por litigância de má-fé, alegando danos à reputação do clube devido à ampla repercussão midiática do caso.


O Rubro-Negro ainda reforçou que mantém, nos últimos anos, políticas institucionais e ações contínuas de combate ao racismo, com campanhas educativas, programas internos e iniciativas de responsabilidade social. Segundo o clube, a cultura antidiscriminatória faz parte da sua governança.


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