Flamengo aposta em tecnologia da "NASA" para acelerar recuperação de jogadores
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Imagem: Studio FLA-Sampa
O Flamengo tem recorrido a uma tecnologia de ponta, digna de centros avançados como a NASA, para recuperar seus atletas lesionados com mais eficiência. O meia Saúl Ñíguez, que ainda não atuou em 2026 após cirurgia no tornozelo esquerdo, é o mais recente exemplo de evolução com auxílio da chamada “máquina da NASA”.
Durante o processo de recuperação, Saúl utilizou uma esteira antigravidade, equipamento que já chamou atenção no futebol mundial e foi popularizado por Cristiano Ronaldo em seus tempos de Real Madrid. No Rubro-Negro, o aparelho virou peça importante na rotina do departamento médico.
Adquirido nos últimos anos, o equipamento permite que o atleta realize treinos de corrida com carga reduzida, diminuindo o impacto nas áreas lesionadas. Segundo o departamento médico do clube, o sistema utiliza uma espécie de câmara de ar que envolve a parte inferior do corpo, reduzindo o peso do jogador e simulando condições próximas à ausência de gravidade — tecnologia inspirada em estudos da NASA.
Na prática, o atleta inicia os exercícios com cerca de 50% do seu peso corporal, avançando gradualmente conforme evolui no tratamento. Esse controle permite uma recuperação mais segura, evitando sobrecargas e antecipando o retorno aos gramados sem comprometer a lesão.
Saúl já superou essa fase e atualmente realiza atividades no campo, ficando próximo de ser reintegrado ao elenco. Outro nome recente que utilizou o equipamento foi Erick Pulgar, que também teve boa resposta no processo de recuperação
após cirurgia no pé.
Com estrutura cada vez mais moderna, o Flamengo mostra que segue investindo forte fora das quatro linhas, utilizando tecnologia de nível internacional para manter seus atletas em alto rendimento.
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