De Vitinho a Paquetá: Flamengo transforma poder financeiro em protagonismo continental
- edmarsoaresdesign2
- 13 de jan.
- 1 min de leitura

Foto: Divulgação Internet
O Flamengo vive, em 2026, um cenário que simboliza como poucos a mudança de patamar do clube nos últimos anos. A negociação por Lucas Paquetá, com valores que podem chegar a 40 milhões de euros, escancara um poder financeiro construído com gestão, resultados esportivos e crescimento de receitas.
Em 2018, a contratação mais cara da história rubro-negra era Vitinho, então no CSKA Moscou. O investimento total girou em torno de R$ 54 milhões, valor que representava pouco mais de 10% de tudo o que o clube faturava naquela temporada. À época, apesar do alto custo, o impacto esportivo não causava temor nos rivais.
Oito anos depois, o cenário é completamente diferente. Com receitas que ultrapassaram R$ 2 bilhões no último exercício, o Flamengo pode investir cifras semelhantes, proporcionalmente, em um jogador de nível mundial. Paquetá, titular da Seleção Brasileira e protagonista da Premier League, custaria cerca de 12% do faturamento anual do clube, percentual muito próximo ao gasto feito em 2018.
A diferença está no contexto. Enquanto Vitinho chegava como aposta, Paquetá retorna como jogador consolidado, pronto para reforçar um elenco que já é considerado o mais valioso da América do Sul. O investimento não assusta apenas pelos números, mas pelo que representa esportivamente.
O Flamengo deixou de apenas competir no mercado para ditar tendências. De uma contratação questionada no passado a uma negociação de impacto internacional no presente, o clube mostra que sua evolução não foi pontual, mas estrutural. E o rubro-negro segue avançando, sempre para cima.
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