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De Paquetá a Guilherme: o caminho das joias do Flamengo na última década


Foto: Gilvan de Souza / Flamengo


O Flamengo está perto de concretizar o retorno de Lucas Paquetá, dez anos após o meia surgir como uma das maiores promessas da base rubro-negra. Revelado em 2016, o jogador viveu trajetória de destaque no futebol europeu e agora pode reencontrar o clube que o projetou para o mundo.


Paquetá se firmou no profissional do Flamengo ainda jovem, somando 96 jogos e 18 gols antes de ser negociado em transferências milionárias por Milan, Lyon e, por fim, West Ham. A possível repatriação simboliza não só um reforço de peso, mas também o sucesso do trabalho de base do clube ao longo dos últimos anos.


Depois dele, outras joias chamaram atenção, mas tiveram destinos distintos. Lincoln, Jean Lucas e Reinier despontaram com grande expectativa, mas seguiram caminhos irregulares, com passagens pelo exterior e retornos ao futebol brasileiro em contextos diferentes. Alguns conseguiram se firmar em novos clubes, enquanto outros ainda buscam

estabilidade na carreira.


Nomes como Yuri César, Werton e Victor Hugo reforçam como a transição da base para o profissional nem sempre é linear. Victor, inclusive, chegou a ser peça frequente no elenco principal, mas acabou negociado após perder espaço. Já Werton teve poucas oportunidades e sua saída ainda gera pendências financeiras para o clube.


Entre os mais recentes, Lorran, Felipe Lima e Guilherme representam diferentes estágios do processo. Lorran ainda tenta se reencontrar na Europa, Felipe deixou o clube sem estrear no profissional, e Guilherme desponta como aposta atual, ganhando espaço e confiança nas primeiras oportunidades.


A trajetória dessas joias mostra que, apesar dos desafios, o Flamengo segue como um dos maiores formadores de talentos do país, com potencial de transformar promessas em protagonistas — dentro ou fora da Gávea.



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