Bap projeta Flamengo ainda mais forte e diz que clube pode gastar até 50% a mais sem se comprometer
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Foto: Studio FLA-Sampa
O presidente do Clube de Regatas do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, voltou a reforçar o momento histórico vivido pelo Rubro-Negro dentro e fora de campo. Em entrevista ao jornal espanhol As, o dirigente afirmou que o clube tem capacidade financeira para aumentar em até 50% seus gastos atuais sem comprometer a saúde das contas.
Após um 2025 marcado por arrecadação recorde — ultrapassando a marca de R$ 2 bilhões — e conquistas expressivas no Campeonato Brasileiro e na Copa Libertadores da América, Bap destacou que o crescimento do Flamengo não depende exclusivamente de títulos. Segundo ele, mesmo sem vitórias esportivas, o clube teria ampliado suas receitas em 25%, reflexo de um modelo de gestão estruturado e sustentável.
O presidente definiu o Flamengo como “uma ilha no Brasil” e comparou o clube a grandes marcas globais de entretenimento. Para Bap, o Rubro-Negro vai além do futebol: vende sonhos, experiências, produtos e pertencimento. A inspiração vem da Europa, com atenção especial ao modelo do Real Madrid Club de Fútbol, além de exemplos como FC Barcelona, Manchester City Football Club, Atlético de Madrid, FC Bayern München e Paris Saint-Germain Football Club.
Mesmo com margem para investir mais pesado, Bap reforçou que responsabilidade é prioridade. Em 2025, o Flamengo utilizou cerca de 40% da receita do futebol em gastos, índice bem abaixo de muitos clubes brasileiros. Para ele, o Fair Play Financeiro tende a ampliar ainda mais a vantagem rubro-negra no cenário nacional.
O poder financeiro já permitiu ao clube realizar a maior contratação da história do futebol brasileiro, trazendo Lucas Paquetá junto ao West Ham United Football Club por 42 milhões de euros. Ainda assim, o presidente deixou claro que investir mais não significa gastar sem critério: o foco é equilíbrio entre ambição e estratégia.
Sobre estádio, Bap foi direto. Com a concessão do Estádio do Maracanã garantida por mais 19 anos e margens de lucro que saltaram significativamente na atual gestão, a construção de uma nova arena não é prioridade neste momento, especialmente diante das altas taxas de juros no Brasil.
O discurso é claro: o Flamengo quer crescer de forma estrutural, sustentável e global. Para Bap, o clube está no Brasil por acaso — mas se comporta como potência europeia. E, pelo cenário apresentado, a Nação pode esperar um Flamengo cada vez mais competitivo dentro e fora de campo.
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