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Altitude sob controle: estratégia "da NASA" do Flamengo funciona e time estreia com autoridade na Libertadores

  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Imagem: Studio FLA-Sampa


O Flamengo mostrou que estava preparado para encarar o desafio da altitude em Cusco e saiu de campo com mais do que uma vitória por 2 a 0: a certeza de que o planejamento foi executado com sucesso. Atuando a 3.350 metros acima do nível do mar, o Rubro-Negro teve controle do jogo e confirmou, dentro e fora de campo, que soube lidar com as adversidades.


Mesmo chegando com cerca de 22 horas de antecedência, diferente do protocolo mais comum, o clube apostou em uma estratégia própria, incluindo hospedagem em quartos “pressurizados”, que ajudam a minimizar os efeitos da altitude. Internamente, a avaliação foi positiva, principalmente pelo fato de nenhum jogador apresentar mal-estar antes ou

durante a partida.


Como medida preventiva, alguns atletas utilizaram oxigênio no vestiário durante o intervalo, seguindo orientação do departamento médico. Dentro de campo, o time mostrou maturidade ao controlar o ritmo da partida, evitando desgaste desnecessário. A atuação sólida reforçou a leitura correta do cenário e o preparo do elenco.


Fisicamente, o Flamengo suportou bem os mais de 100 minutos de jogo, ainda que alguns jogadores tenham sentido o desgaste natural da altitude, como Bruno Henrique e Ayrton Lucas. Ainda assim, o time manteve a organização e soube administrar o confronto com inteligência até o apito final.


Curiosamente, o maior incômodo veio depois da partida. Com temperaturas baixas em Cusco, a falta de água quente imediata nas duchas do estádio irritou os jogadores, que preferiram retornar ao hotel para o banho. Nada que apagasse o saldo positivo de uma estreia segura e bem planejada.


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